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Úlitmas aquisições – livros e filmes

Categorias: Cinema, Design, Livros, Textos — rogerio @ 11:13 pm

Não sou muito de mostrar o que leio ou vejo, mas como tenho amigos que acessam o meu site e geralmente costumo trocar muita informação com eles, vou passar a publicar aqui meus livros, discos, filmes e quando concluir algum livro vou tentar fazer uma pequena resenha dele por aqui.

Primeira aquisição da semana:

1. Coleção da Folha: Uma noite na opera – Irmão Marx

Havia comentado com a minha namorada que queria começar uma coleção dos Irmãos Marx, já havia assistido um filme deles e achei sensacional. No início da semana me deparei com o filme “Uma noite na Ópera”, a primeira película deles pela MGM. Para quem gosta de filmes clássicos e comédia, pode apostar suas fichas nos Irmãos Marx, é riso garantido.

Em relação à coleção da Folha, nesse caso especifíco, eu recomendo, o livro que acompanha o DVD é bem completo com informações sobre os atores, diretores, produtores, filmografia e curiosidades, não sei em relação aos outros títulos da coleção, mas acredito que sigam no mesmo estilo, muito diferente da coleção da VEJA, que possui vários erros na legenda e tradução.

Na sequência seguiram as seguintes aquisições.

2. A noite dos Mortos-Vivos (Gerge Romero) – Versão remasterizada e colorida digitalmente

Fiquei namorando esse filme há mais de um mês nas Lojas Americanas, finalmente aproveitei e comprei. Esse filme é um marco no gênero do Terror, pois introduziu os filmes de mortos-vivos no mesmo. Esse é o primeiro filme de uma série, começa por “A noite dos Mortos-vivos (1968)”, tendo em sequência “O Despertar dos Mortos (1978)” e logo após “O Dia dos Mortos (1985)”, todos com a direção de George Romero. Até então pra mim a série finalizava como uma trilogia sobre os mortos-vivos, porém pesquisando pela net descobri no site Boca do Inferno, que a série continuava com o filme “Terra dos Mortos (2005)” e na sequência o “Diário do Mortos (2007)”, agora tenho que encontrar esses para completar a série.

Em relação à esse DVD, tenho que admitir que a minha resistência em adquirí-lo era por ser uma versão colorida digitalmente, preferia como no original em preto e branco, mas ao ler a ficha técnica do DVD, descobri que nos extras continha a versão em P&B, portanto levei dois filmes, mesmo que seja o mesmo, por um.

3. Livro: Briefing: A Gestão do Projeto de Design (Peter L. Philips)

Bem, não tenho muito o que falar ainda desse livro, adquiri hoje e só tenho a impressão do que eu li na 4ª capa e algumas resenhas na web. O motivo de ter comprado é o assunto mesmo, estou procurando sempre me atualizar e me informar sobre design, ilustração e as áreas periféricas que englobam os dois.

Segue a descrição que está no submarino:

Há quem pense que a criatividade não possa ser formalizada, normalizada ou descrita. Este é um dos motivos pelos quais designers ainda hoje relutam em produzir um briefing antes de começar seus trabalhos, assim como as empresas acreditam que isto seja uma perda de tempo. Contudo, um bom briefing pode poupar muito trabalho e evitar problemas burocráticos durante a criação. A estruturação de recursos e objetivos guia a criação não restringindo-a, mas fundamentando e potencializando os resultados obtidos. De forma clara e concisa, o livro auxilia profissionais a entenderem a importância do briefing e como produzi-lo de maneira eficaz. Escrito baseado na experiência profissional do autor, é fácil identificar paralelos com o cotidiano das empresas e dos designers. Para os estudantes, o livro é uma forma de familiarizá-los com o briefing, para que eles entrem no mercado de trabalho conscientes da importância desde planejamento prévio que, muitas vezes, é negligenciado nas escolas.

Para quem quiser adquirir o link no submarino é http://www.submarino.com.br/produto/1/21337636?franq=102414, pela pesquisa do Buscapé foi o mais em conta que eu encontrei, R$ 39,90+frete.

4. Livro: A Ordem do Discurso (Michel Foucault)

Esse livro faz parte das minhas pesquisas para aprimoramento pessoal, segui por indicação em um artigo da Super Interessante, sem contar que Michel Foucault sempre me interessou e ainda não tive a oportunidade de ler nenhum livro dele, vou me iniciar nesse e os próximos da lista são “Vigiar e Punir” e “História da Sexualidade”.

O livro é uma aula inagural em 2 de dezembro de 1970, quando o filosófo assumiu a catedra vacante no College de France pela morte de Hyppolite, é considerado um texto de ligação entre suas obras, datadas nos anos 1960, centradas predominantemente na análise das condições de possibilidade das ciências humanas.

Encontrei esse livro na net para comprar na Siciliano por R$ 7,90+frete, se quiser é só clicar na url http://www.siciliano.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=367721


Direito Autoral pra quê?

Categorias: Carreira, Ilustração, Legislação, Textos — rogerio @ 9:12 pm
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Como participante das Listas de discussão da ABIPRO e do Ilustragrupo, recebi um e-mail do ilustrador Alex Cói e mais tarde lendo os meus feeds, vi que o ilustrador Montalvo Machado escreveu um post sobre o mesmo assunto, Reformulação da Lei Rouanet, ou poderia ser como roubar o ganha pão de artistas e produtores culturais.

O Projeto Lei no seu artigo 49, prevê a perda dos direitos autorais depois de um período de 18 meses a 3 anos, ou seja, se você é ilustrador, músico, cineasta ou outro tipo de produtor cultural, estaria de mão beijada o seu ganha pão em troca de um incentivo (?). Abaixo transcrevo o trecho:

 

Art. 49.  O Ministério da Cultura e demais órgãos da Administração Pública Federal poderão dispor dos bens e serviços culturais financiados com recursos públicos para fins não-comerciais e não-onerosos, após o período de três anos de reserva de direitos de utilização sobre a obra.

Parágrafo único.  A disposição dos bens tratados neste artigo para fins educacionais, igualmente não-onerosos, poderá se dar após o período de um ano e seis meses de reserva de direitos de utilização sobre a obra.

 

Por isso, recomendo a todos a enviar um e-mail para profic@planalto.gov.br com a seguinte mensagem SOU CONTRA O ARTIGO 49 PROPOSTO NO PROJETO DE LEI.

Não permita que o seu pró-labore, pertencente a você por direito e legalidade, seja arrancado de você. PROTESTE JÁ!

Abaixo segue o e-mail enviado pelo Montalvo, retirado do blog dele o Sketcheria e o do ilustrador Céu D’Ellia, que iniciou todo o movimento passando o primeiro e-mail, pelo menos que eu tenho conhecimento:

 

E-mail do Montalvo

Caros senhores,

Escrevo por discordar com as mudanças da Lei Rouanet, especialmente no que diz respeito à perda dos direitos autorais dos criadores da obra, em um período de 18 meses a 3 anos.

Quem produz Arte não vive de amor à Arte, é um meio de vida, um sustento legítimo, legal, honesto e gerador de impostos, como qualquer outra atividade comercial.

Ser obrigado a abrir mão dos direitos autorais e patrimoniais de uma obra significa que o autor deixará de receber o pagamento por um trabalho, sendo que as outras partes integrantes da cadeia produtiva (gráficas, distribuidoras, editoras, bancas e livrarias continuarão a receber o que lhes é justo.

Todos trabalhamos por um objetivo claro: manter o nosso sustento, não como “artistas” no sentido lírico e sonhador da palavra, mas como trabalhadores que somos.

A palavra “Arte” banaliza e mitifica a real função do nosso trabalho: a CRIAÇÃO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL não é uma atividade lúdica, nem mera terapia ocupacional. Estamos falando de trabalho especializado, que gera empregos, custos internos, impostos, e nos consome anos de investimento para estudar, dominar e produzir tal serviço.

Não fazemos isto por outro motivo senão manter a sobrevivência, nossa e de nossos dependentes, e isto está sendo colocado em risco com esta alteração da Lei Rouanet.

É muito importante que as Leis brasileiras sejam feitas de forma a construir melhores condições de trabalho e sustento aos trabalhadores, e não suprimir o pagamento que lhes é justo e de direito, conquistado com esforço e especialização, que também não nos chega por um “dom divino”, mas por décadas de investimento e estudos.

Peço que reconsiderem os fatos, e removam o artigo 49 deste Projeto de Lei.

Art. 49.  O Ministério da Cultura e demais órgãos da Administração Pública Federal poderão dispor dos bens e serviços culturais financiados com recursos públicos para fins não-comerciais e não-onerosos, após o período de três anos de reserva de direitos de utilização sobre a obra. Parágrafo único.  A disposição dos bens tratados neste artigo para fins educacionais, igualmente não-onerosos, poderá se dar após o período de um ano e seis meses de reserva de direitos de utilização sobre a obra.

Que as “Leis de Incentivo à Cultura” sejam implementadas para colocar em prática exatamente o que o nome implica: INCENTIVO e não o oposto disto.

Atenciosa e respeitosamente,

Montalvo Machado
ilustrador – SP

E-mail do Céu D’Ellia

Caros,

Termina na próxima quarta-feira, dia 6 de Maio, o prazo para manifestações sobre o texto da nova Lei Rouanet.

Caso não tenham ainda percebido, o artigo 49, se aceito, permitirá que o governo, seja ele qual for, disponha gratuitamente de tudo aquilo que for produzido através da nova lei após 1 ano e meio de conclusão do projeto, para "fins educativos". E para qualquer fim, depois de três anos.

Na prática esse artigo permitirá que qualquer livro, ilustração, gravação musical, documentário, filme, desenho animado, quadrinhos, etc., seja distribuído gratuitamente, sem pagamento de direitos ou de aquisição ao autor. Ou seja, projetos FOMENTADOS pela Lei Rouanet ficam sujeitos a não ter mais perspectiva de sustentabilidade.

Recomendo que escrevam ao e-mail profic@planalto.gov.br com a seguinte mensagem: SOU CONTRA O ARTIGO 49 PROPOSTO NO PROJETO DE LEI

Caso tenham interesse, disponibilizo abaixo a carta que estou enviando à Casa Civil.

Ab

Céu D’Ellia

São Paulo, 2 de Maio de 2009

À

Casa Civil da Presidência da República,

Palácio do Planalto, 4o andar, sala 3,

Brasília-DF, CEP 70.150-900,

Sugestões ao projeto de lei que institui o Programa de Fomento e Incentivo à Cultura – Profic, e dá outras providências”

e-mail: profic@planalto.gov.br

Prezadas Senhoras e Senhores,

Somos um estúdio de desenho animado.

Foi somente graças à chamada “Lei Rouanet” que pudemos, anteriormente, produzir documentários educativos e culturais, bem como publicações infanto-juvenis ilustradas e em quadrinhos.

A maioria destes nossos projetos foi adotado em escolas, universidades e outras instituições. Graças à venda dessas cópias, tiragens de edições, e cessões de exibição, conseguimos, parcialmente, alavancar e investir em novos projetos. 

Além disso, os valores captados como patrocínio cultural através da Lei de Incentivo, sempre caracterizaram-se como “FOMENTO”. Ou seja, alavanca necessária para fazer frente à inexistência de uma indústria cultural sólida. Os valores de patrocínio nunca foram suficientes para executarem completamente os projetos e sempre precisamos complementar significamente, com nossos próprios recursos e esforços, o orçamento dos mesmos.

Da mesma forma, a gara
ntia de ser o proprietário dos direitos de exibição e difusão desses filmes e publicações é a mola mestra para alcançarmos nossa sustentabilidade e podermos prescindir, um dia, desse incentivo.

Essa é no meu ver, a meta do fomento e incentivo governamentais: impulsionar a criação de uma indústria cultural que possa caminhar pelas próprias pernas, capaz de gerar valores tanto culturais como econômicos.

No entanto, o PROJETO DE LEI ora proposto, em seu artigo 49, afirma:

“ Art. 49.  O Ministério da Cultura e demais órgãos da Administração Pública Federal poderão dispor dos bens e serviços culturais financiados com recursos públicos para fins não-comerciais e não-onerosos, após o período de três anos de reserva de direitos de utilização sobre a obra.

Parágrafo único.  A disposição dos bens tratados neste artigo para fins educacionais, igualmente não-onerosos, poderá se dar após o período de um ano e seis meses de reserva de direitos de utilização sobre a obra.”

Ora, percebe-se que através desse artigo, após um ano e seis meses, não teremos mais a exclusividade de dispor da distribuição de nossos filmes e publicações. O governo, seja ele no futuro composto por sabe-se lá quem e com quais interesses, poderá distribuir, exibir e copiar nossas propriedades. Em outras palavras, a rigor, não serão mais nossas.

É preciso que fique claro: – Ao afirmar que disporá dos bens para fins não comerciais, o governo reserva-se o direito de extinguir a possibilidade daquele bem poder ser comercializado por um valor justo. É simplesmente enterrar a possibilidade de um produtor cultural tornar-se independente e viver da comercialização de suas peças e criações. A qualquer momento, passados 18 meses, o governo poderá colocar a disposição, de qualquer um, gratuitamente, o mesmo bem ou produto cultural.

Na minha opinião este artigo, acima reproduzido, deve ser extinto. Não acredito que este governo tenha como meta tornar os artistas eternamente dependentes do Estado. E imagino que ao elaborarem essa proposta de lei, não tenham se dado conta do que significa, na prática, essa proposição.

Por essa mesma razão é que utilizo deste canal de consulta ao público, na certeza de que o governo, democraticamente nos consulta, para garantir que esta necessária Lei aprimore-se, sempre cumprindo seu objetivo de fomentar e incentivar a Cultura.

Atenciosamente

Céu D’Ellia

Cineasta & Designer de Animação

,representando a casa de produção e estúdio

Cigarra Com & Com Ltda.

Enviei o meu e-mail baseado no do Montalvo…Vamos lá, envie o seu também!


Tutorial de colorização digital – Parte 1 (por Tom Richmond)

Traduzi esse tutorial do Blog do Ilustrador Tom Richmond, o tutorial no original se encontra aqui: http://www.tomrichmond.com/blog/?p=856

Bem, essa é a minha primeira tradução, portanto se existir algum erro ou equívco, me perdoem e avisem que o erro será corrigido.

Iniciaremos com um trabalho já arte finalizado que pretendemos pintar. Estou usando está auto-caricatura feita para propósitos promocionais. É uma imagem simples, descomplicada e não há literalmente nenhum fundo, portanto é a ideal para essa demonstração da técnica de colorização digital que eu utilizo para a MAD e outros clientes. Se você está preocupado com o processo de arte-finalização, cheque o meu tutorial de arte-finalização, de alguns meses atrás, de como se chegar a uma peça arte-finalizada e limpa.

Estou utilizando Photoshop CS2 em um Mac Pro, rodando o sistema operacional OS X. Todos processos funcionarão no Photoshop em um PC, e eu indiquei os atalhos do PC em parênteses. Eu pensei nesse tutorial que alguns leitores não são íntimos com alguns elementos básicos do Photoshop, então inclui alguns conceitos e passos simples. Minhas desculpas aos Profissionais do Photoshop que passarão por essas partes.

Trazendo a Arte Final para o Photoshop

O primeiro passo é escanear a arte-final para dentro do Photoshop para pintar. Desde que as configurações relativas para isso dependem ao tipo de scanner e o software para captura utilizado, é desnecessário a captura de tela para essa parte. Eu utilizo um Microtek Scanmaker 9800 XL e o seu software Scanmaker Pro, portanto qualquer configuração que eu especificar para essa combinação é restrita a esse hardware e software. Você terá que experimentar qual será o melhor efeito para o seu equipamento e software.

Eu digitalizei essa arte em escala de cinza, não como linha de arte (line art no original). A razão para isso é que terei um toque suave e delicado às linhas e terei traços definidos e leves. E também me permitirá brincar com a densidade das tintas… Eu utilizarei uma tinta com 50% de diluição (transparência) para alguns elementos de fundo, por exemplo. Eu configurei meu Intervalo Dinâmico (Dynamic Range) do software de digitalização : Densidade do Historiograma (Density Histogram) para 1.40D and .05D para uma densidade consistente de preto, e digitalizei a 300 DPI. Eu não precisei de digitalizar em uma altíssima resolução porque meus trabalhos são sempre desenhados e arte-finalizados a 150 para 200%.

Uma vez digitalizado eu poderei brincar um pouco com os níveis (Menu -> Image -> Adjustments -> Levels) [Menu -> Imagem -> Ajustes -> Níveis], ajustando a barra da direita gentilmente para o escuro (para a direita) e o alto-contraste (para a esquerda) para reduzir qualquer sobra dos traços a lápis que tenham sobrado e que a minha borracha não tenha apagado. Então utilizarei a ferramenta borracha para ‘limpar’ a imagem e consertar alguns erros que teria que ter apagado se eu não fosse tão relaxado. Uma vez que minha imagem está limpa e pronta, é tempo de separar a arte final para a sua própria camada.

Digitalizado, limpo e pronto para o trampo


A técnica que eu uso é altamente dependente que as linhas fiquem ‘sobrepondo’ as cores, então não são de nenhuma maneira misturadas e permanecem fortes. Para isso, eu aplico a maioria das cores entre as linhas, como se fosse uma célula de animação. Colocar as linhas em sua própria camada é fácil utilizando um truque que eu li em um livro de dicas de Photosho, que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. Aqui estão os passos:

Comece duplicando a arte final dentro de outra camada utilizando ctrl+clique (clique direito para o PC) na camada de fundo (Background Layer) na paleta de Camadas e selecione ‘Duplicar camada’ [Duplicate Layer]

Nomeie essa camada “Linhas” (ou “Fred”, se você quiser….)

Você terá a arte final em uma camada acima do fundo, que também conterá a mesma arte-final.


Em seguida você terá que remover o ‘branco’ do papel da sua camada “Linhas”, deixando apenas as linhas. O modo fácil para fazer isso é mudar o modo de camada de “Normal” para “Multiply”. Para fazer isso, selecione a camada “Linhas” na janela Camadas e clique na caixa de seleção diretamente na aba da janela. Lá terá diferentes opções para o modo de camada. Selecione “Multiply”.

Imediatamente você verá as linhas escuras e engrossarem. Não se preocupe, nós arrumaremos isso. O modo “Multiply” possui o efeito de pegar todos os valores e cores da camada e fazê-los como se estivessem impressos em um pedaço de acetato ou plástico. O que estiver entre as camadas ficará combinado com o que estiver na camada Multiply. AS exceções são o
s pretos puros, que são opacos, e o branco puro, que se tornarão totalmente transparente. Os cinzas das escala de cinzas da imagem se tornarão translúcidos e combinarão com a camada abaixo que será sobreposta… nesse caso a arte final original. Ai está o porque das linhas parecerem grossas e escuras.


Eis que de repente tudo fica escuro…

Isto é fácil de corrigir. Selecione “Background” [fundo] na janela Camadas [Layers]. Pressione Command+A (Alt+A para o PC) para selecionar a camada inteira. Pressione “Delete” para apagar a imagem na camada Background. Pressione Command+D para retirar a seleção. As linhas da imagem são pretas e as linhas na densidade correta.

Bem Melhor!

Os passos finais antes de começarmos a pintar é mudar o modo de cor e modificar o tamanho da imagem para a impressão. Na barra de Menu, selecione “Imagem” [Image], então “Modo” [Mode], então selecione o modo de cor que quiser. Se for para impressão, eu sempre vou direto para CMYK. Se for para web ou para visualização na tela do computador, utilize RGB. Será perguntado se quer achatar a imagem (Flatten Image). Selecione “Não quero achatar a imagem”. A arte continuará no tamanho que foi originalmente digitalizada, e desde que eu sempre faço minhas arte-finais em 150% para 200% do tamanho final é necessário reduzir. Selecione “Imagem” [Image] novamente na barra de menu, então “Tamanho da Imagem” [Imagem size]. Permaneça com 300 DPI, eu modifiquei as dimensões físicas pela porcentagem ou pela alteração de uma das dimensões na área de “Tamanho do Documento” [Document Size]. Tenha certeza que as caixas “Mantenha as proporções” [Constrain Proportions] e “Redimensione a Imagem” [Resample Image] estão selecionadas. Nesse caso eu apenas reduzi de 8 para 5 polegadas (20,3 cm para 12,7 cm) lateralmente. A altura é ajustada automaticamente.

Nós temos agora a nossa imagem pronta para receber as cores. As linhas em sua própria camada, a imagem em seu modo de cor e dimensionada para impressão.


Pronto para as cores!




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