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Tutorial de Colorização Digital – Parte 2 (por Tom Richmond)

Categorias: Ilustração, Tutorial — rogerio @ 1:53 pm
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Depois de um looooooooongo período que eu postei a primeira parte desse tutorial, agora estou traduzindo a segunda parte e pretendo ir traduzindo outros tutoriais do Tom Richmond sobre arte-finalização e caricaturas e, quem sabe, alguns outros que encontrar na net.

Vamos lá!

Aplicando a cor base

Quando estou pintando começo por aplicar uma cor base para cada área da ilustração. A cor é um valor médio, que me permitirá trabalhar com tons escuros e claros para atingir a gama de valores. Como não estou trabalhando em uma layer (‘camada’) com as linhas para limitar as cores, eu não posso utilizar a ferramenta Fill, mas terei que aplicar a cor ‘a mão’ usando minha tablet e a ferramenta Pen (Nota do Tradutor: Pode-se utilizar o mouse também, porém o trabalho braçal será maior e tem que se tomar muito cuidado para não ultrapassar os limites). Atualmente eu utilizo uma tablet Cintiq da Wacom, que é uma combinação de uma tablet com sensibilidade a pressão e monitor, onde você pode desenhar e pintar direto na tela usando ponteiras/canetas especiais. Fiz uma resenha da Cintiq aqui, e é uma ferramenta maravilhosa, mas uma tablet Wacom média também fará o serviço.

A cor base não possui variações na opacidade, sendo uma cor sólida. Isto facilita a seleção com a ferramenta Magic Wand (Varinha Mágica), por isso posso selecionar qualquer área que estou pintando com apenas um clique. Como mencionei, mantenho os valores dessas cores bases em um valor intermediário dos objetos ou da área descrita. Por isso posso pintar em uma direção ou outra, com um valor sensato, para construir a area e criar profundidade e interesse.

Meu primeiro passo será criar uma camada para cada grupo diferente de áreas que irei pintar. Costumo apenas aplicar todas as cores na camada de fundo, porém ultimamente aprendi a importância de se trabalhar em diferentes camadas. É muito mais fácil fazer correções desse jeito. Mantenho isso simples, porque é muito fácil misturar em cada camada que você está pintando e causar problemas. Normalmente penso nas condições de profundidade de campo relativo aos objetos na ilustração quando determino minhas camadas… uma camada para os objetos que se encontram na frente, uma para os que estão em posição intermediária, etc. Com esse passo simples, do mais próximo aos mais distante, crio a camada para o tamborete (N.T. no original tamborete, pela pesquisa que fiz o significado seria esse, se alguém souber de alguma tradução melhor, pode informar), uma para a figura, e uma para a mesa e a cadeira. Utilizo a camada de fundo para a sombra no chão e para pintar os elementos que colocarei abaixo de tudo. A camada acima de todas é a “Arte-final”, mais pra frente adicionarei algumas camadas de luzes acima dessa.

Como planejo pintar primeiro a figura, criaremos essa camada. Com a camada “Fundo” ativa, iniciaremos clicando na setinha no canto superior direito na paleta Camadas (Layers), e selecionar “Nova Camada” (New Layer).

newlayer.jpg

Chamaremos essa camada de “Figura”. Modo de Mistura (Blending mode) normal. Agora temos uma camada em transparente entre as camadas “Fundo” e “Arte-Final”.

figure-layer.jpg

Note que eu costumo pintar as minhas imagens com 50% de zoom, não em 100%. Há 300 DPI e no tamanho de impressão, uma imagem a 100% de zoom é fisicamente mais larga na minha tela do que será impressa. Isso é ainda mais verdadeiro com a Cintiq. Se eu trabalhar com 100% de zoom, acabarei pintando detalhes, e gastando muito tempo nisso, e na impressão será muito pequeno para se ver. Até onde sei tenho gasto uma hora construindo uma face na largura da MAD que tinha apenas metade da altura na impressão, mas na minha tela era 3 polegadas (7,62 cm) de altura, e todo o esforço que coloquei lá foi perdido. É uma grande perda de tempo.  Há 50%, o tamanho físico da imagem na minha tela é grosseiramente falando 105% do tamanho atual de impressão, o que é perfeito para pintar detalhes que serão efetivos e não serão perderá tempo em detalhes que se perderão na impressão. Ocasionalmente poderá utilizar o zoom em 100% para alguns detalhes finos no momento, mas 50% é o que a maioria dos trabalhos pedem. Essas configurações dependerão muito da sua resolução, portanto experimente achar um tamanho de zoom adequado para a sua tela.

Hora de adicionar as cores. Começaremos por selecionar o pincel e a cor.

Utilizo a paleta básica de pincéis que vem com o Photoshop. Eles são versáteis e nunca senti necessidade de criar pincéis personalizados para essa técnica em particular. Usualmente escolho os pincéis de bordas nítidas, mas também utilizo as gradações do tipo “aerógrafo” (airbrush) como alguns dos pincéis riscados (scratchier no original) para determinados efeitos. Utilizar a sensibilidade de pressão da tablet para controlar a opacidade da cor será uma parte muito importante da técnica mais pra frente, porém no momento não utilizaremos para isso. Então temos que ajustas as configurações do pincel antes de iniciarmos a pintura.

Selecionei a ferramenta Pincel (Brush) da Paleta de Ferramentas (Tool Palette) do Photoshop. Selecionei um pincel apropriado da Paleta de Pincéis configurados (Brush Preset Palette). Você pode acessa-lá clicando na janela de seleção da caixa Pincéis Configurados (Brush Preset) no canto superior esquerdo da barra de menu, mas o melhor meio é programar o ‘botão’ da caneta Wacom, o que fica ao lado do pincel, para o clique direito. Quando estiver utilizando um pincel, o clique direito do mouse mostra a Paleta de Pincéis Configurados (Brush Preset palette), facilitando a troca entre pincéis diferentes. Você configura isso fora do Photoshop através das “Preferências de Sistema: Wacom” no MAC ou no “Painel de Controle: Wacom Tablet”. Desse jeito quando estiver usando o pincel, um simples clique nesse botão te dará acesso ao seletor de Pincéis Configurados (Brush Preset).

brush-tool.jpg brush-presets.jpg

O próximo passo nós ‘desligaremos’ o controle de pressão para opacidade. Utilizaremos nesse ponto apenas o controle de tamanho para facilitar a pintura. Ao longo do canto superior direito da barra de menu do Photoshop possuem várias abas para diversas janelas de configurações. Uma delas é chamada “Pincéis” (Brush). Selecione-a e aparecerá uma janela com varias opções para se escolher para cada pincel. Desmarque “Outras Dinâmicas” (Other Dynamics).

brush-setting.jpg

tabbed-menu.jpg

Isso desligará o controle de sensibilidade da pressão (se estiver selecionada) para a opacidade da cor. Agora não importa quanto mais pressão colocarmos na caneta, sempre teremos 100% de cor sólida. Queremos que o tamanho do pincel seja controlado pela pressão, portanto, o mais forte apertarmos, maior será o tamanho do pincel que conseguiremos. Para ter certeza que está selec
ionado, temos que voltar à janela de Pincéis Configurados (Brush Preset), e selecionar Forma Dinâmicas (Shape Dynamics). Abaixo de “Variações de Tamanho” (Size Jitter) há um menu de seleção para “controle” (control). Tenha certeza que “Pressão da Caneta” (Pen Pressure) está selecionado.

size-pressure.jpg

Agora temos que selecionar a cor. Começaremos pelo tom de pele. Tenho uma base de tons de pele configurados como amostra na minha paleta de Amostras (Swatches).

swatches.jpg

No formato CMYK, é C: 0, M: 18, Y: 24, K: 0. Acho que é uma boa base para cor de pele para impressão, mas outros um tom mais claro ou rosado. Independente disso, comecei aplicando cor na camada “Figura” para as áreas de tons de pele. A espessura da linha esconderá os limites, portanto minha precisão é necessária apenas uma variação do livro “fique dentro das linhas”. Uma vez que a pintura da pela acabou, posso ir pra a próxima área, como a camisa. Seleciono um vermelho/laranja quente e continuo aplicando as cores bases.

base-color-1.jpg

base-color-closeup.jpg
Tons de pele finalizado e camisa vermelha em progresso

Continuarei nessa camada até que tenha preenchido todas as áreas com a cor base. Geralmente deixo o cabelo até que o fundo esteja completo,  como na natureza eu deixo para visualizar alguma coisa do fundo através dos cabelos. Coloco um pouco de cor base em algumas áreas de cor para começar. Agora nos elementos da cadeira e da mesa. Primeiro crio uma nova camada,  que chamaremos de “Mesa, cadeira e lampada”:

table-layer.jpg

Voltando a pintar. Escolher as cores é importante mas as mudanças tem que ser facéis de se fazer depois, portanto é muito importante continuar. Entretanto quando escolho as cores procuro ter todo o efeito em mente. A paleta de amostra de cores padrão do Photoshop não é muito sutil. A maioria delas são como cores primárias… muito fortes e puras. Na vida real não se tem vê muito dessas cores geralmente. Cartoons são quase como a vida real, mas injetar um pouco mais de sentimento à sua paleta irá melhorar a sua arte. Como estou usando uma cor sólida nessa parte, é fácil brincar com as cores utilizando a ferramenta Preenchimento com Balde de Tinta (Paint Bucket Fill).

Digamos que eu tenho um vermelho que eu quero menos vibrante e mais apagado. Posso selecionar um verde na paleta de Amostras (Swatches), modificar a opacidade da ferramenta balde de tinta para 10% ou no canto superior direito da barra de menu do Photoshop, e clicar na área vermelha para adcionar 10% de verde. o resultado poderá ser o que estou procurando, ou posso clicar command+Z (alt+Z) e tentar uma cor diferente.  Outro jeito de se fazer isso é utilizar o Misturador de Cores (Color Picker).  Está é uma paleta que permite que você selecione uma cor em termos de valor de saturação utilizando um gráfico de graduação de cor. Utilizo muito isso na fase de construação.

Agora gostaria de fazer a cadeira aqui com um azul escuro, mas quero um azul acinzentado, ou apenas não o azul saturado da paleta de amostras. Seleciono a amostra do azul que é próxima da que eu procuro. Então eu dou um duplo clique na caixa de cor de fundo que contém essa cor na parte de baixo da minha caixa de Ferramentas (Tools). A caixa do Misturador de Cores (Color Picker) aparecerá.

color-picker.jpg

Você verá uma caixa grande com um preenchimento graduado nela.  No canto superior esquerdo é o branco puro, no canto inferior esquerdo é o preto puro. Sua cor é indicada nessa área por um pequeno círculo. Movendo esse círculo com o seu cursor, você poderá modificar essa cor… deixando-a mais clara, escura, mais ou menos saturada.  Você verá a diferença na pequena caixa, onde a nova cor é representada na caixa superior e a cor original na inferior.  Isso é muito útilo para selecionar diferente valores da mesma cor básica, ou satuar/desaturar a cor. Aqui eu pego um escuro bem suave, menos saturado do meu para a cadeira.

Depois que terminar com a mesa, cadeira e a lampada, crio mais uma camada para o tamborete, e seguindo os mesmos passos básicos eu colocas cor na área na nova camada “Tamboret” (Taboret).

Uma vez que eu terminei com as cores básicas, posso fazer correções e modificar as cores facilmente, selecionando as cores com a ferramenta Varinha Mágica (Magic Wand) e utilizar a ferramenta Balde de Tinta (Paint Bucket) como descrito acima, ou “Imagem: Ajustes: Hue e Saturação ou Balanço de Cor” (Image: Adjustments: Hue and Saturation ou Color Balance), etc. Existem vários meios de se brincar com as cores.

ready-to-render.jpg
Cores bases aplicadas

Agora estamos prontos para começar a ‘construção’, onde eu começarei a realmente a pintar e usar o contrle de pressão da caneta e da tableta para criar o visual de aquarela/águada que estou querendo.

Primeira parte do Tutorial: Tutorial de colorização digital – Parte 1 (por Tom Richmond)

Em seguida a terceira parte.

Post original do Blog do Tom Richmond: Digital Color Tutorial Part Two | Tom’s MAD Blog.

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Faça um sketchbook a partir de uma Caixa de Cereal…

Categorias: Design, Ilustração — rogerio @ 10:18 am
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…ou outro tipo de caixa de papelão de embalagens. No link thelongthread.com » Cereal Box Journal, você encontra um tutorial bem passo a passo de como montar um Diário Gráfico, Caderno de Esboço ou um Caderno de Notas, a partir de uma caixa de cereais. O tutorial é bem explicativo, porém em inglês, mas nada que o tio Google não resolva.

Via Makezine


Tutorial de colorização digital – Parte 1 (por Tom Richmond)

Traduzi esse tutorial do Blog do Ilustrador Tom Richmond, o tutorial no original se encontra aqui: http://www.tomrichmond.com/blog/?p=856

Bem, essa é a minha primeira tradução, portanto se existir algum erro ou equívco, me perdoem e avisem que o erro será corrigido.

Iniciaremos com um trabalho já arte finalizado que pretendemos pintar. Estou usando está auto-caricatura feita para propósitos promocionais. É uma imagem simples, descomplicada e não há literalmente nenhum fundo, portanto é a ideal para essa demonstração da técnica de colorização digital que eu utilizo para a MAD e outros clientes. Se você está preocupado com o processo de arte-finalização, cheque o meu tutorial de arte-finalização, de alguns meses atrás, de como se chegar a uma peça arte-finalizada e limpa.

Estou utilizando Photoshop CS2 em um Mac Pro, rodando o sistema operacional OS X. Todos processos funcionarão no Photoshop em um PC, e eu indiquei os atalhos do PC em parênteses. Eu pensei nesse tutorial que alguns leitores não são íntimos com alguns elementos básicos do Photoshop, então inclui alguns conceitos e passos simples. Minhas desculpas aos Profissionais do Photoshop que passarão por essas partes.

Trazendo a Arte Final para o Photoshop

O primeiro passo é escanear a arte-final para dentro do Photoshop para pintar. Desde que as configurações relativas para isso dependem ao tipo de scanner e o software para captura utilizado, é desnecessário a captura de tela para essa parte. Eu utilizo um Microtek Scanmaker 9800 XL e o seu software Scanmaker Pro, portanto qualquer configuração que eu especificar para essa combinação é restrita a esse hardware e software. Você terá que experimentar qual será o melhor efeito para o seu equipamento e software.

Eu digitalizei essa arte em escala de cinza, não como linha de arte (line art no original). A razão para isso é que terei um toque suave e delicado às linhas e terei traços definidos e leves. E também me permitirá brincar com a densidade das tintas… Eu utilizarei uma tinta com 50% de diluição (transparência) para alguns elementos de fundo, por exemplo. Eu configurei meu Intervalo Dinâmico (Dynamic Range) do software de digitalização : Densidade do Historiograma (Density Histogram) para 1.40D and .05D para uma densidade consistente de preto, e digitalizei a 300 DPI. Eu não precisei de digitalizar em uma altíssima resolução porque meus trabalhos são sempre desenhados e arte-finalizados a 150 para 200%.

Uma vez digitalizado eu poderei brincar um pouco com os níveis (Menu -> Image -> Adjustments -> Levels) [Menu -> Imagem -> Ajustes -> Níveis], ajustando a barra da direita gentilmente para o escuro (para a direita) e o alto-contraste (para a esquerda) para reduzir qualquer sobra dos traços a lápis que tenham sobrado e que a minha borracha não tenha apagado. Então utilizarei a ferramenta borracha para ‘limpar’ a imagem e consertar alguns erros que teria que ter apagado se eu não fosse tão relaxado. Uma vez que minha imagem está limpa e pronta, é tempo de separar a arte final para a sua própria camada.

Digitalizado, limpo e pronto para o trampo


A técnica que eu uso é altamente dependente que as linhas fiquem ‘sobrepondo’ as cores, então não são de nenhuma maneira misturadas e permanecem fortes. Para isso, eu aplico a maioria das cores entre as linhas, como se fosse uma célula de animação. Colocar as linhas em sua própria camada é fácil utilizando um truque que eu li em um livro de dicas de Photosho, que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. Aqui estão os passos:

Comece duplicando a arte final dentro de outra camada utilizando ctrl+clique (clique direito para o PC) na camada de fundo (Background Layer) na paleta de Camadas e selecione ‘Duplicar camada’ [Duplicate Layer]

Nomeie essa camada “Linhas” (ou “Fred”, se você quiser….)

Você terá a arte final em uma camada acima do fundo, que também conterá a mesma arte-final.


Em seguida você terá que remover o ‘branco’ do papel da sua camada “Linhas”, deixando apenas as linhas. O modo fácil para fazer isso é mudar o modo de camada de “Normal” para “Multiply”. Para fazer isso, selecione a camada “Linhas” na janela Camadas e clique na caixa de seleção diretamente na aba da janela. Lá terá diferentes opções para o modo de camada. Selecione “Multiply”.

Imediatamente você verá as linhas escuras e engrossarem. Não se preocupe, nós arrumaremos isso. O modo “Multiply” possui o efeito de pegar todos os valores e cores da camada e fazê-los como se estivessem impressos em um pedaço de acetato ou plástico. O que estiver entre as camadas ficará combinado com o que estiver na camada Multiply. AS exceções são o
s pretos puros, que são opacos, e o branco puro, que se tornarão totalmente transparente. Os cinzas das escala de cinzas da imagem se tornarão translúcidos e combinarão com a camada abaixo que será sobreposta… nesse caso a arte final original. Ai está o porque das linhas parecerem grossas e escuras.


Eis que de repente tudo fica escuro…

Isto é fácil de corrigir. Selecione “Background” [fundo] na janela Camadas [Layers]. Pressione Command+A (Alt+A para o PC) para selecionar a camada inteira. Pressione “Delete” para apagar a imagem na camada Background. Pressione Command+D para retirar a seleção. As linhas da imagem são pretas e as linhas na densidade correta.

Bem Melhor!

Os passos finais antes de começarmos a pintar é mudar o modo de cor e modificar o tamanho da imagem para a impressão. Na barra de Menu, selecione “Imagem” [Image], então “Modo” [Mode], então selecione o modo de cor que quiser. Se for para impressão, eu sempre vou direto para CMYK. Se for para web ou para visualização na tela do computador, utilize RGB. Será perguntado se quer achatar a imagem (Flatten Image). Selecione “Não quero achatar a imagem”. A arte continuará no tamanho que foi originalmente digitalizada, e desde que eu sempre faço minhas arte-finais em 150% para 200% do tamanho final é necessário reduzir. Selecione “Imagem” [Image] novamente na barra de menu, então “Tamanho da Imagem” [Imagem size]. Permaneça com 300 DPI, eu modifiquei as dimensões físicas pela porcentagem ou pela alteração de uma das dimensões na área de “Tamanho do Documento” [Document Size]. Tenha certeza que as caixas “Mantenha as proporções” [Constrain Proportions] e “Redimensione a Imagem” [Resample Image] estão selecionadas. Nesse caso eu apenas reduzi de 8 para 5 polegadas (20,3 cm para 12,7 cm) lateralmente. A altura é ajustada automaticamente.

Nós temos agora a nossa imagem pronta para receber as cores. As linhas em sua própria camada, a imagem em seu modo de cor e dimensionada para impressão.


Pronto para as cores!




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